terça-feira, 31 de dezembro de 2013

QUE VENHA 2014! (tamos aí, até o imponderável deixar)


BRINDE: "LONGA VIDA A NOSSOS GOVERNOS POPULARES" (tira)


 (clique sobre a imagem para ver maior)

No ano que vem desejamos: 
- Que o Mundial seja ganho por um país latino-americano
- Que o Papa não negue o passado da Igreja
- E que tenha cuidado com as infusões que lhe dão
- Que a Europa adote soluções latino-americanas para os problemas européus
- E que o Norte deixe de nos julgar e nos deixem em paz
- Longa vida a nossos governos populares
- E que termine jovem e satisfeito, não como o 2013 que se vai velho e arruinado!

CARACAS: CURTINDO LEMBRANÇAS DA PRAÇA SIMÓN BOLÍVAR (vídeo)



Plaza Bolívar de Caracas
Praça Simón Bolívar, no centro da capital venezuelana (Foto: Agências/Aporrea)








Esta é uma singela comemoração do portal venezuelano Aporrea.org, porta-voz da militância popular e socialista, em postagem do dia 22, domingo, expressando a alegria de viver do povo bolivariano que circula pelo centro da cidade nas vésperas da noite do Natal (eles chamam "la noche buena de Navidad"). 

E o faz justamente mostrando o clima na Praça Simón Bolívar e destacando especialmente uma de suas esquinas, a Gradillas, onde está o simpaticíssimo Café Venezuela. O vídeo mostra também La Librería del Sur e o Cacao Venezuela, tudo ao som dum violinista que faz sua exibição junto do café entupido de gente.

Pego carona para mostrar umas fotos que fiz por lá na minha última temporada caraquenha, junho a outubro/2012, quando da última campanha de reeleição do saudoso presidente Hugo Chávez. É a parte do centro da capital venezuelana pela qual eu mais circulei. Quase que diariamente eu estava por ali. Fazia ponto na Esquina Caliente, lugar de encontro diário dos chavistas, falei dela em várias matérias neste meu blog. Frequentava também o Café Venezuela, que faz parte duma rede estatal.

Ficam também na Praça Bolívar a sede da prefeitura de Libertador, o mais importante e populoso dos cinco municípios que compõem Caracas, o prefeito é o destacado quadro chavista Jorge Rodríguez, reeleito agora na eleição de 8 de dezembro; e a sede do jornal Ciudad CCS (Cidade Caracas), que é do município de Libertador. É um dos três jornais diários que apoiam o governo chavista (um outro - o Correo del Orinoco - é estatal e o terceiro é privado, o único privado que apoia o governo - mais de uma dezena se alinham na artilharia anti-chavista). As fotos:
Esquina Caliente, ponto de concentração diária dos chavistas
Aí é um teatro (esqueci o nome) numa outra esquina da praça
Uma das ruas que dá na Praça Bolívar cheia de cartazes da campanha eleitoral
Café Venezuela numa das esquinas
Foto da praça tirada duma janela do primeiro andar do Café Venezuela
Aí este repórter/blogueiro tomando uma nas proximidades da praça


GUERRA: PODERIA SER À NOSSA PRESIDENTA, MAS SE TRATA DUMA OUTRA, SUA AMIGA

(Foto: Internet)
Notinha de capa do jornal argentino Página/12, edição de hoje, dia 31, fazendo referência ao discurso de virada do ano da presidenta Dilma Rousseff; (o título acima é deste blog)

“Si algunos sectores, sea por el motivo que fuera, instalaran la desconfianza, especialmente una desconfianza injustificada, eso es muy malo: la guerra psicológica puede afectar las inversiones (investimentos) y retardar iniciativas”, alertó la presidenta. “Si nos hundimos en el pesimismo quedaremos presos de intereses mezquinos”, agregó antes de destacar que “somos uno de los raros países donde el nivel de vida no retrocedió o se hizo pedazos por la crisis”. Las frases no corresponden a un discurso de Cristina Kirchner. Fueron dichas por su amiga Dilma Rousseff.

PLANO DE ALFABETIZAÇÃO CUBANO É APLICADO NACIONALMENTE NA ARGENTINA



(Fotos: Internet)
Buenos Aires, 30 dez (Agência Prensa Latina) - O programa de alfabetização cubano “Yo, sí puedo” (“Eu, sim posso”) começou recentemente a ser aplicado em escala nacional nas comunidades agrícolas na Argentina, onde contribuiu nos últimos anos para que quase 26 mil pessoas saibam hoje ler e escrever.
 
A implementação do plano pela primeira vez a essa escala é realizada através do Registro Nacional de Trabalhadores e Empregadores Agrários (Renatea, por sua sigla em espanhol), um projeto de desenvolvimento rural do Ministério do Trabalho, Emprego e Seguridade Social, explicou Claudia Cambia à Prensa Latina .

A presidenta da Fundação Um Mundo Melhor É Possível (Ummep), que se encarrega na Argentina de levar adiante o “Yo, sí puedo” e o plano oftalmológico Operación Milagro (com médicos cubanos), disse que com o Renatea o programa recebeu um impulso a partir de novembro e hoje já acontece em comunidades agrícolas de 15 províncias (estados).

Elas são Chaco, Santiago del Estero, San Luis, San Juan, Mendoza, La Pampa, Entre Ríos, Córdoba, La Rioja, Salta, Jujuy, Tucumán, Missiones, Corrientes e Santa Fé.

Cambia esclareceu que o Renatea se somou agora ao “Yo, sí puedo”, que estava sendo aplicado na Argentina com o apoio de governos provinciais, municipais e instituições há 10 anos.

Até o encerramento do ano letivo em 27 de dezembro, 25 mil 925 argentinos foram alfabetizados nesta década e nas salas há outros mil 481 que se formarão em dois meses, disse por sua vez Guido Navarro, coordenador nacional do método cubano na Argentina.

Navarro coordena o trabalho de outros 14 assessores que colaboram na implementação deste programa alfabetizador em zonas remotas, e no qual têm participado como facilitadores no processo de ensino milhares de voluntários argentinos que dedicam seu tempo livre a esta nobre tarefa, realçou o docente.

Cambia afirmou que com o Renatea se conseguiu chegar a um setor camponês que é o de maior precariedade e que foi uma decisão política do Governo Nacional de alfabetizar seus membros a fim de ajudar a educá-los, para que possam assim avançar socialmente e no trabalho e para que saibam reclamar melhor seus direitos.

Significa o reconhecimento ao que se semeou ao longo destes anos de trabalho, à eficácia do programa, à seriedade e constância em sua aplicação, bem como à seriedade e responsabilidade com o que se veio trabalhando, destacou a titular da Ummep.

Cambia explicou que o Renatea é integrado por uma massa de jovens militantes a escala nacional que impulsionam o programa com grande entusiasmo solidário e alto sentido humanista.

Desde que começou a se desenvolver o “Yo, sí puedo” com eles em novembro já se formaram 183 camponeses e outros 478 permanecem nas salas, cuja graduação está prevista para fevereiro, e esse total de 661 seriam os primeiros egressos através deste trabalho com essa organização, expressou Navarro.

O pedagogo cubano, quem proximamente partirá de volta a Cuba após cumprir sua missão de dois anos, previu que em 2014 aumentará a matrícula e a quantidade de alfabetizados com o programa cubano na Argentina.

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

MÉXICO: "EL HOLOCAUSTO DEL QUE NO SE HABLA"

(Foto: Aporrea)




47.000 migrantes murieron a su paso (na sua passagem) por México en los últimos seis años


Por Atualidade RT (Rússia Today) - reproduzido do portal venezuelano Aporrea.org, de 27/12/2013

El Instituto para las Mujeres en la Migración denuncia el aumento de agresiones contra los migrantes durante su paso (sua passagem) por México: torturas, secuestros, trata (tráfico) de personas y asesinatos. En los últimos 6 años murieron un total de 47.000 personas.
 

El Instituto destaca que las estadísticas oficiales de las autoridades mexicanas al respecto - en concreto por asesinatos - simplemente no existen, según recoge el diario local 'La Jornada'. Subraya, además, que en cuanto a las víctimas de los secuestros, la cifra gubernamental sí figuró en varios informes, que documenta solamente los casos de 393 migrantes. Los especialistas atribuyen una tasa tan baja a los riesgos que implica la denuncia para los migrantes.
 

“Debo aclarar el término sobre lo que ocurre con los migrantes en México, el término preciso no sería 'exterminio', sino 'holocausto', porque para ser una población migrante y estar aquí, están expuestos a todo de principio a fin. Desde que salen de sus países de origen hay violencia.
 

Tenemos cientos de miles de extorsionados, cuántas mujeres no han sido violadas, cuántas mujeres no han sido tratadas (traficadas), cuántos personas no sabemos de ellas. Si todo esto no es un holocausto, yo no sé entonces qué sea”, aseguró el pasado 18 de diciembre el padre Alejandro Solalinde durante los actos conmemorativos por el Día Internacional del Migrante.
 

Según diferentes estimaciones, hasta 400.000 indocumentados de Estados centroamericanos penetran en México anualmente en su camino hacia EE.UU., mientras que entre 10.000 y 70.000 de ellos terminan desaparecidos. La tendencia llevó al Gobierno mexicano a establecer este año una unidad especial de investigación para trazar el destino de los migrantes desaparecidos.

(MÉXICO) COMUNICADO DOS ZAPATISTAS: "CUANDO LOS MUERTOS CALLAN EN VOZ ALTA"

(Foto: Nodal)

Comunicado del EZLN en vísperas del aniversario (dos 20 anos do levante zapatista, ocorrido em primeiro de janeiro de 1994: “Hace frío como hace 20 años”

Do portal Nodal - Notícias da América Latina e Caribe, postagem de hoje, dia 30

El Ejército Zapatista de Liberación Nacional (EZLN) lanzó un comunicado a unas horas de que se conmemore el 20 aniversario de su levantamiento armado, en el que asegura que “hace frío como hace 20 años, y, como entonces, hoy una bandera nos cobija: la de la rebeldía”.

En el texto titulado “Cuando los muertos callan en voz alta (Rebobinar1), el Subcomandante Marcos asegura que el estado de Chiapas es territorio Zapatista y que, a diferencia de lo que sostienen los medios de comunicación de paga, el EZLN ha logrado avances significativos en las comunidades de ese estado.

Marcos también aborda el tema de las biografías de los gobernantes, que, dice, ahora se alimentan  con “el internet, los tuiters, los feisbuc y equivalentes” y que ayudan a redondear  los mitos biográficos redondeando sus falacias.

El líder del EZLN asegura que “las biografías no pocas veces son auto biografías, aunque sean los descendientes (o los compinches) quienes las promueven y así adornan su árbol genealógico”
Cuestiona, “¿No le dan escalofríos al darse cuenta de que, tal vez, en el futuro…”

Carlos Salinas de Gortari será ‘el visionario que entendió que vender a una Nación era, además de un negocio familiar (claro, entendiendo como familia a la sanguínea y a la política), un acto de patriotismo moderno’, y no el líder de una banda de traidores (no se hagan, ahí andan en la oposición ‘madura y responsable vari@s de quienes apoyaron la reforma al artículo 27 constitucional, el parteaguas de la claudicación del Estado Nacional en México);

Ernesto Zedillo Ponce de León no será el ‘hombre de Estado’ que llevó a toda una Nación de una crisis a otra peor (además de ser uno de los autores intelectuales, junto con Emilio Chuayffet y Mario Renán Castillo, de la masacre de Acteal), sino que llevó “las riendas del país” con un singular sentido del humor… para terminar siendo lo que siempre fue: un empleado de segunda en una multinacional;

“Vicente Fox será la muestra de que el puesto de presidente de una república y de una filial refresquera es intercambiable… y que ambos puestos pueden ser ocupados por inútiles;

Felipe Calderón Hinojosa será un ‘presidente valiente’ (para que otros murieran) y no un psicópata que se robó el arma (la presidencia) para sus juegos de guerra… y que terminó siendo lo que siempre fue: un empleado de segunda en una multinacional;

“Enrique Peña Nieto será un presidente culto e inteligente (‘bueno, es ignorante y tonto pero hábil’, es el nuevo perfil que se le construye en los corrillos de analistas políticos), y no un analfabeto funcional (ni modo, como dice el proverbio popular: ‘lo que natura no da, Monex no lo compra’)…?”

En algún punto del comunicado, Marcos aborda el tema del incendio de la Guardería ABC y asegura que la muerte de 49 niños y niñas sigue impune.

“La codicia y el despotismo gubernamentales han prendido fuego a una guardería para infantes.  Las víctimas mortales, 49 niños y niñas, son las bajas colaterales cuando se destruyen archivos comprometedores.  Al absurdo de que los padres sepulten a los hijos, le sigue el de una justicia débil y corrupta: los responsables no reciben una orden de aprehensión, sino puestos en el gabinete del criminal que, bajo el azul de Acción Nacional, tratará de ocultar el baño de sangre en el que sumió al país entero”, se lee en el texto.

Link para quem quiser ler o comunicado na íntegra:

JORNADAS DE JUNHO: "O PODER SUPREMO NO BRASIL ESTÁ COM OS GRANDES EMPRESÁRIOS" (vídeos)


Sobre os protestos de junho from Luiz Carlos Azenha on Vimeo.

Encarceramento em massa from Luiz Carlos Azenha on Vimeo.




Mais aulas do professor Comparato (parte 2)

Vídeos reproduzidos do blog Viomundo, inseridos em matéria de autoria de Luiz Carlos Azenha e Padu Palmério, postagem de 18/12/2013.

No primeiro vídeo acima, o jurista Fábio Konder Comparato, velho combatente das causas democráticas e populares, fala das manifestações populares que tomaram as ruas das grandes cidades brasileiras em junho/2013 e aponta que a grande falha é que o povo não sabe e não é informado - mesmo porque os monopólios da mídia hegemônica, que pertencem à oligarquia empresarial, não têm nenhum interesse em informar a respeito - de que o poder político não está com os poderes constituídos formalmente, mas com os grandes empresários - as transnacionais, os banqueiros, o agronegócio, os latifundiários, os empreiteiros, as mineradoras, todos afinados com os interesses do império estadunidense.

No segundo vídeo, ele fala da permanência da tortura como uma ferramenta aceita para arrancar confissões de presos (a grande maioria pobres e negros das periferias), o que ele diz ser uma herança da escravidão. Cita a dubiedade constatada numa pesquisa: 1/4 dos entrevistados aceita a tortura como forma de arrancar confissões, enquanto 83% se dizem a favor do respeito aos direitos humanos.

domingo, 29 de dezembro de 2013

AMÉRICA LATINA: EL DESAFÍO ES BUSCAR UN NUEVO PARADIGMA POSCAPITALISTA (parte 2/final)


Houtart: "Construir unas nuevas relaciones de fuerzas entre el capital y los pueblos y los trabajadores" (Fotos: Internet)

François Houtart, sociólogo y sacerdote belga: “El desafío fundamental para Bolivia, Venezuela y Ecuador es definir la transición bajo un nuevo paradigma poscapitalista”.

“Me pregunto si es posible desarrollar un socialismo del siglo veintiuno con los métodos del capitalismo del siglo diecinueve. Definir la transición, este es precisamente el desafío fundamental para países como Ecuador, Bolivia o Venezuela. Debemos pensar si queremos un nuevo paradigma que sea poscapitalista y no solamente posneoliberal, y como plasmar esto en políticas públicas concretas”.

“El capitalismo destruye toda utopía, es el fin de historia, y si no hay utopía no hay alternativas como decía la señora Thatcher. Necesitamos pensar cual es el tipo de mundo que queremos, el tipo de vida de la humanidad sobre la Madre Tierra, pero sin quedarnos en una abstracción”.

Por Katu Arkonada, no Nodal – Notícias da América Latina e Caribe, de 06/11/2013 (a entrevista foi dividida em duas partes e o título acima é deste blog; na primeira parte, publicada neste blog Evidentemente em 17/12/2013, traduzida para o português, está a qualificação do entrevistado)

Katu Arkonada (KA): Pasando de la situación en América Latina a Bolivia, donde acabas de participar en la Vicepresidencia de un seminario sobre agricultura campesina y soberanía alimentaria, ¿como ves la situación en este país y de este proceso?

François Houtart (FH): Me impresiona la transformación, el efecto positivo que han tenido las políticas gubernamentales en el aspecto social, los programas que cambian la vida de la gente mediante los bonos que se pagan con las ganancias del gas y del petróleo.

Un segundo aspecto es la presencia cultural, la transformación de la presencia del mundo indígena, el reconocimiento del valor del mundo indígena, de su dignidad. Hoy en día en Bolivia hay un orgullo de ser indígena.

Pero mis dudas son sobre todo con el tipo de modelo de desarrollo que me parece más y más afirmado como un proyecto desarrollista o neo-desarrollista que finalmente sigue las lógicas fundamentales del modelo capitalista a pesar de un vocabulario muy anticapitalista y que tiene como consecuencia fundamental la ignorancia de las externalidades. Se pueden justificar evidentemente estas políticas por los logros inmediatos pues se necesita este dinero para financiar los programas sociales pero no podemos dejar de examinar cuales son las consecuencias a más largo plazo de la expansión de la explotación petrolera o minera, así como de ciertos modos de desarrollo rural o agrícola.
Me pregunto si es posible desarrollar un socialismo del siglo veintiuno con los métodos del capitalismo del siglo diecinueve. Definir la transición, este es precisamente el desafío fundamental para países como Ecuador, Bolivia o Venezuela. Debemos pensar si queremos un nuevo paradigma que sea poscapitalista y no solamente posneoliberal, y como plasmar esto en políticas publicas concretas. Tenemos la disyuntiva de desarrollar medidas que solamente adapten el sistema capitalista existente a nuevas demandas ecológicas o sociales o la posibilidad de crear un nuevo paradigma poscapitalista.

KA - Y dentro de ese planteamiento de crear un nuevo paradigma poscapitalista, tenemos el Vivir Bien o Buen Vivir, ya consagrado en las constituciones de Bolivia y Ecuador, o el concepto que has venido trabajando de Bien Común de la Humanidad. Estos conceptos o construcciones que comienzan siendo teóricas, simbólicas, ¿cómo los transformamos en proyecto político para la transición?

FH - Pienso que necesitamos algunos de estos conceptos, que pueden significar una meta, una utopía. Pero utopía en el buen sentido de la palabra. Las necesitamos porque el capitalismo destruye toda utopía, es el fin de historia, y si no hay utopía no hay alternativas como decía la señora Thatcher. Necesitamos pensar cual es el tipo de mundo que queremos, el tipo de vida de la humanidad sobre la Madre Tierra, pero sin quedarnos en una abstracción. Una parte de la literatura sobre este tema es un poco romántica, una especie de regreso al pasado que puede aparecer como una idea muy bella pero no concreta.

Bien Común de la Humanidad: como construir la vida (cuatro ejes)

Por eso he tratado de desarrollar este concepto de Bien Común de la Humanidad como justamente una meta. El BCH es la vida, como construir la vida, como reproducir la vida, como mejorar la vida tanto de la Madre Tierra como de la Humanidad.

EL Bien Común de la Humanidad se puede traducir en cuatro ejes prácticos fundamentales. En primer lugar la relación que toda sociedad debe resolver, la relación con la naturaleza, y pasar de la explotación al respecto como fuente de toda vida. Esto tiene aplicaciones muy concretas, no se puede aceptar más la propiedad privada de los recursos naturales, ni la mercantilización de lo que es esencial para la vida como el agua, las semillas, etc.

En segundo lugar es importante pensar en la producción de la base material de la vida. Sin base material no hay vida y por eso frente al paradigma capitalista necesitamos reconstruir otro paradigma basado en el valor de uso frente al valor de cambio. Y si aceptamos esto, no se pueden permitir los paraísos fiscales que crean una riqueza artificial y una economía casino, no se puede aceptar más un secreto bancario ni otros aspectos de la construcción actual de la economía, debemos transformarla.

El tercer aspecto es generalizar los procesos democráticos en todos los ámbitos, no solamente políticos sino también económicos, sociales, culturales, religiosos; y en todas las relaciones humanas sociales, también en las relaciones hombre-mujer.

Finalmente, el otro eje del Bien Común de la Humanidad es la interculturalidad. El capitalismo es fruto de una cierta visión de la modernidad que impone la cultura occidental como el único modelo y que excluye, destruye y folcloriza el resto de culturas. Debemos aprovechar para el BCH el aporte de todas las culturas, de todos los saberes, también tradicionales, de todas las filosofías, de todas las espiritualidades, para la lectura de la realidad y para construir una ética necesaria.

En este sentido pienso que estamos aterrizando en cosas muy concretas y no solamente quedándonos en lo abstracto. Cuando vemos los foros sociales mundiales por ejemplo, escuchamos que en cada campo de estos cuatros ejes existen millares de iniciativas en todo el mundo, para transformar la relación con la naturaleza, para introducir la interculturalidad, para democratizar los sistemas de económicos y construir una economía social y no capitalista, etc. Todo eso existe, el problema es aglutinar todos estos esfuerzos dispersos y por lo tanto, fácilmente controlables por el sistema. Debemos llegar a una cierta convergencia de todos estos movimientos e iniciativas para construir unas nuevas relaciones de fuerzas entre el capital y los pueblos y los trabajadores.

En cualquier caso, se puede llamar Bien Común de la Humanidad, pero también se puede llamar Sumaq Kawsay o Socialismo del Siglo XXI, no importa el nombre, lo que importa es el contenido.

MENSALÃO: A MÍDIA SÓ EXPÔS E DRAMATIZOU AS ENTRANHAS DO MONSTRO SUPREMO


(Foto: Internet)

Foi o STF que manteve a absurda lei de anistia.

Foi o STF, MP, e o Judiciário que ajudaram os neoliberais a criminalizar cada movimento social deste país, desde sindicatos dos petroleiros, MST, professores, SEM TETO, etc, enquanto de outro lado, silenciaram para cada lance da privataria.

Por Obelix (no Luis Nassif Online, de 29/12/2013)

O STF: Uma corte de exceção como regra

Amigos,

ninguém mais duvida da influência da mídia nos trejeitos, caras e bocas dos juízes do STF durante o julgamento da ação 470, e o quanto foi conveniente o calendário dos atos ali encenados.

Mas o mais grave não é esta promiscuidade entre judiciário e a pressão de determinados setores com mais capacidade de vocalizarem suas demandas.

Alguém já disse lá embaixo, e em outro post (sobre o livro de Luis Flávio Gomes) algo que também vai nesta direção, isto é: que sempre houve um espaço reservado no senso comum para movimentos de manada (seja da mídia, setores dela, parte da sociedade, ou sua maior parcela) tragicamente correspondidos por legisladores, e também por juízes.

Não raro, mandatários executivos também tendem a reagir a eventos que alimentam a comoção popular.

Esta é a nossa sociedade do espetáculo.

No entanto, no caso do STF, e do Poder Judiciário, eu venho há dias repetindo a mesma cantiga:

Não se trata de um episódio isolado, ou seja, "um ponto fora da curva" (como dizem alguns), onde o STF e o Poder Judiciário deixaram de ser comportar, excepcionalmente, como uma vanguarda progressista e destinada a significar nossos melhores modos civilizatórios, ao contrário: nosso Poder Judiciário e sua corte mais alta são os esteios permanentes da estrutura conservadora de poder, dos privilégios da elite, do reacionarismo que imobiliza mudanças.