terça-feira, 30 de setembro de 2014

ELEIÇÕES BRASIL 2014: VOTO EM DILMA, PORQUE NÃO É TUDO A MESMA COISA



O chefe dos “petralhas”, “nordestino”, “mal-nascido”, “analfabeto”, como dizem os riquinhos da classe média, atualmente o maior líder popular do Brasil, amado pelo povo (Foto: site 247 Brasil)

Dilma, Aécio e Marina não são a mesma coisa, porque a candidatura encabeçada pelo PT está inserida num contexto de forças políticas que, lideradas por Lula e na presidência por três mandatos, têm um cabedal notável de realizações em benefício do povo mais necessitado deste país.


Por Jadson Oliveira, blogueiro/jornalista (editor do blog Evidentemente)


Era uma cena tocante dum filme estadunidense: a mulher do casal que tinha passado 35 anos “enterrado” num abrigo anti-nuclear, correndo por uma bela relva, gesticulando indignada, mirando deslumbrada a beleza do azul do céu, para responder ao marido que tinha dito, desdenhosamente, que lá no abrigo e aqui ao céu aberto, era tudo a mesma coisa: “Ah não! Fulano, não é a mesma coisa, não!” Falava e reforçava as palavras retorcendo o corpo, olhando pra o céu azul e sacudindo os braços num espasmo de revolta diante de tamanha insensibilidade.


Me lembrei da cena ao ler num artigo de um velho companheiro jornalista, que publiquei aqui no Evidentemente, título ‘Vote nulo no segundo turno’. Ele diz, resumindo, que a presidenta Dilma Rousseff e Marina Silva ou Aécio Neves (um dos dois vai disputar o segundo turno, se houver) são a mesma coisa. Usou até um linguajar eloqüente: “É tudo farinha podre do mesmo saco” (clicar aqui para ler ou reler).


Acredito que não são a mesma coisa, levando em conta os interesses do que costumo denominar movimento democrático, popular, de esquerda e socialista. Não sei bem quais organizações e/ou partidos poderiam fazer parte de um tal movimento, mas é assim que imagino a aglutinação de forças políticas realmente progressistas que poderiam levar avante um programa de mobilização e organização popular no Brasil.


Não são a mesma coisa porque a candidatura de Dilma está inserida num contexto de forças políticas que, lideradas por Lula/PT e na presidência por três mandatos, têm um cabedal notável de realizações em benefício do povo mais necessitado deste país. (E que podem avançar mais e redirecionar rumos se pressionadas pelo movimento democrático e popular). São realizações notáveis – é cansativo repeti-las, são por demais conhecidas e badaladas -, mesmo se você bota no outro prato da balança as mazelas e pecados que os governos lulistas/petistas herdaram e cevaram no decorrer desses últimos 12 anos.


Costumo comentar com meus amigos, geralmente na mesa dos botecos da vida, que não são devido a esses “pecados” que gente meio riquinha da classe média odeia os “petralhas”, termo que os mais ensandecidos adoram. Esses “pecados” são, na verdade, pecadilhos “normais” (o mais gritante talvez seja a promiscuidade com o alto empresariado corrupto e corruptor) com os quais a elite já estava devidamente habituada nos 500 anos de história marcada pela subnutrição, ignorância e submissão dos “inferiores”, dos “mal-nascidos”.


Eles odeiam as qualidades e não os defeitos do PT

Eles não odeiam os defeitos dos chamados “petralhas”. De fato, de fato, eles odeiam suas qualidades, eles odeiam que os petistas/lulistas tenham ajudado esse “povinho desgraçado” a progredir um pouco na vida: “Vejam só que atrevimento, andam agora até viajando de avião e enchendo as universidades de negros e negras, onde vamos parar!?” Estou convencido – expressão repetida à exaustão pelo Lula nos seus discursos – “estou convencido” de que é isso que os riquinhos “brancos” odeiam.


Então – retomando o fio da meada -, não são a mesma coisa. Aécio é facilmente identificável. É uma direita consistente, explícita, sua entourage é conhecida, seus antecedentes, seus alinhamentos com o “deus mercado”, seus compromissos, suas promessas ao alto empresariado quanto às “medidas impopulares”, seu “choque de gestão”, com desemprego e arrocho salarial. Não vamos gastar mais linhas com ele.


O mais complicado, creio, é a Marina, com sua bela história de vida na esquerda, e se nos aparece capturada pela direita, uma direita mais ou menos encoberta, mais ou menos disfarçada. E ainda mais travestida de justiceira religiosa, aquela coisa medieval cheirando a “bruxas” queimadas em fogueiras. E mais: posando de crítica ao que chama “bolivarianismo”, ou seja, alinhada contra a integração soberana da América Latina, candidata a instrumento da “restauração conservadora” na região, expressão cunhada pelo presidente equatoriano Rafael Correa.


Digo “mais complicado” não por mim – pra mim está claríssima a sua captura pela direita, inclusive e sobretudo pelos monopólios da mídia hegemônica -, mas quando penso em jovens inexperientes, despolitizados e, ao mesmo tempo, seduzidos pelos belos sonhos de mudança. Como dizer-lhes, convincentemente, que Marina, apesar de toda uma bela história de vida, se nos aparece hoje como porta estandarte do retrocesso, como “legitimadora” do retrocesso, para usar o termo do nosso Leonardo Boff?


Bem, não vou me alongar, pois, nesta reta final da campanha eleitoral, me parece, segundo as pesquisas de opinião, que o trabalho de desnudamente de suas posições direitistas já está obtendo ótimos resultados, mesmo com a ação acobertadora da “mídia gorda” (expressão do jornalista Miltainho). Então, podemos presumir que grande parte da juventude já conseguiu ler corretamente nas entrelinhas de seu discurso melífluo e ambíguo.


Bom, como engolir que a tarimbada, combativa e tão confiável Luíza Erundina esteja no mesmo barco da Marina? É uma das coisas que mais me intrigam atualmente. Na verdade, aqui prá nós, ainda estou esperando que ela caia fora desta esparrela.


E queria falar um pouco também dos cinco candidatos à esquerda: do PSOL, PCB, PSTU, PCO e PV. Eles também estariam aí na disputa, mas – não sejamos hipócritas – não estão, de fato, por isso ou por aquilo, não estão. Para a gente de esquerda, mereceriam um voto no primeiro turno? Isso teria de ter um tratamento à parte, num outro artigo. Vamos ver.

ELEIÇÕES BRASIL 2014: AOS QUE SÓ QUEREM VOTAR EM DILMA NUM POSSÍVEL SEGUNDO TURNO


Dilma em campanha (Foto: Internet)

LUIZ ALBERTO GÓMEZ DE SOUSA: “Tudo depende, em parte, de que os que não pensam ainda em votar nela, ou se reservam para um incerto segundo turno, reformulem sua opção já em 5 de outubro”.

Por Luiz Alberto Gómez de Sousa, no portal Carta Maior, de 26/09/2014


Escrevo pensando em companheiros de caminhada em movimentos sociais e pastorais, com dificuldade ou bloqueios para votar em Dilma em 5 de outubro. Marilena Chauí, num encontro de Dilma com o mundo da cultura no Rio de Janeiro em 15 de novembro, colocou muito claramente o dilema: entre a aventura e um processo em marcha. Já vivemos tempos imprevisíveis e arriscados de aventuras. Depois de um mandato de Juscelino Kubitsheck, que vemos agora como um momento importante de construção da nação, foi eleito, por um moralismo udenista estreito, um histriônico de vassoura em punho, que não resistiu mais de seis meses no poder. Antes, os ataques raivoso de Carlos Lacerda denunciavam um “mar de lama”, levando Vargas ao suicídio, onde havia basicamente tráfico de influências da guarda pessoal do presidente. Na redemocratização, um caçador de marajás foi ele mesmo caçado – ou melhor, cassado – logo adiante.

Agora temos um candidato que está, de fato, sendo plebiscitado por seu passado como governador, em terceiro lugar em seu próprio estado, Minas Gerais. E outra candidata, pregando uma “nova política”, ou lançando uma crítica irresponsável à política em geral, descobre-se na verdade com um perfil da velha política, querendo vencer a qualquer custo, depois de leiloar seu nome por várias legendas, conquistando afinal um posto de vice para, num golpe de sorte (!), à custa da morte de seu companheiro de chapa, chegar ao almejado desejo de se candidatar outra vez à presidência. Puro voluntarismo personalista. Seu programa é vago e mutante. Bastaram dois twitters de um evangélico tonitruante, o pastor Malafaia, para mudar sua posição sobre a união gay. Sua equipe econômica, conhecidamente neo-liberal, indica-lhe a autonomia do Banco Central, entregue então ao capital especulativo financeiro, eliminando a regulação macroeconômica por parte do Estado. Recebeu acenos do presidente da Fiesp e do diretor do Banco Itaú. Sua postura ecológica foi se esfumando, com acenos ao agronegócio. Quais suas diretrizes concretas de governo, além do vago enunciado de boas intenções?

Qualquer uma, ao sabor de futuras alianças de alto preço, de quem se elegeria sem apoios partidários prévios. Governaria “com os melhores”, eis uma declaração acaciana que nada diz . Um socialista histórico, L. A. Moniz Bandeira, vem denunciando sua negação dos princípios do PSB que ele ajudou a criar com João Mangabeira, enxovalhando sua história, agora uma mera legenda provisória de passagem da candidata.

Do outro lado, com Dilma, há um processo que vem de três mandatos, com resultados sociais concretos, no Bolsa Família, Luz para todos, Minha Casa minha Vida, Mais Médicos na área da saúde (atendendo cinquenta milhões de cidadãos), Prouni e Pronatec em educação, Pronaf para a agricultura familiar. A recente Política Nacional de Participação Social vai legitimando os conselhos populares, que já estão existindo, criando pontes de diálogo entre sociedade e Estado. Já antes seu partido lançara o orçamento participativo, onde uma democracia participativa se articulava com a democracia representativa saída das eleições.

Aparecem, é certo, sinais de corrupção. A novidade é que eles são desocultados com liberdade pelos órgãos do próprio governo. Os historicamente mal informados querem passar a ideia de que somente agora há corrupção, o que na verdade vem de longe. A diferença é que agora os corruptos são indiciados e membros do próprio governo estão indo para a cadeia. Fala-se de mensalão petista, querendo esquecer o mensalão mineiro anterior e a privataria tucana, - denunciada com dados insofismáveis por Amaury Júnior - , que sucateou empresas estatais importantes, como a Vale do Rio Doce. Há o risco de que o processo privatista seria retomado num mandato de Marina , alcançando a Petrobrás, uma das mais exitosas empresas brasileiras a nível mundial, vítima de ataques que parecem querer abrir caminho para sua possível privatização. Marina põe de lado o grande potencial do pré-sal, em nome de uma energia eólica de longo tempo de maturação.

Caminhou-se pouco em questões da posse da terra e na política frente aos indígenas. Os problemas do meio ambiente deveriam merecer, no futuro, maior atenção. Há rumos a rever e caminhos a avançar. Nesse sentido, temos um bom exemplo: o MST é crítico implacável da política agrícola do governo da presidenta Dilma, mas João Pedro Stédile – sem deixar de lado a crítica - está entre seus apoiadores.

Clicar para continuar lendo na Carta Maior:

ELEIÇÕES BRASIL 2014: VOTE NULO NO SEGUNDO TURNO



Dilma, Marina e Aécio: para Otto, "é tudo farinha podre do mesmo saco" (Foto: site 247 Brasil)
OTTO FILGUEIRAS: "Continuo dizendo aos amigos e amigas que pensam em votar na Dilma no segundo turno para não se iludirem e votarem nulo. É tudo farinha podre do mesmo saco".


Por Otto Filgueiras, jornalista baiano vivendo em São Paulo (recebido por e-mail)


Uns, outros e alguns mais aceitam de bom grado o financiamento de suas campanhas por grandes empreiteiras corruptoras. Por isso continuo dizendo aos amigos e amigas que pensam em votar na Dilma no segundo turno para não se iludirem e votarem nulo. É tudo farinha podre do mesmo saco. Essa gente encara “programas”, “plataformas” e “intenções” porque disputa o poder para representar grandes interesses.


A matéria da revista Veja, denunciando corrupção na Petrobrás, mas no fundo pretendendo a entrega total de nosso petróleo aos Estados Unidos e às multinacionais concorrentes, deu sobrevida à reeleição de Dilma/Lula, à “democracia social” e ao governo social-liberal de petistas chapa-branca e comunistas de logotipo. Claro que as falcatruas foram feitas pelos bandidos partidários de Paulo Maluf de dentro da Petrobras para agradar políticos corruptos, incluindo alguns do PT, empresários corruptores, para obter benefícios para si próprios. A corrupção deve ser apurada, corruptos e corruptores julgados e punidos com a lei.


Marina Silva, defensora do capitalismo verde e abutre, que ocupou o lugar de Eduardo Campos na disputa presidencial, viu o seu favoritismo desgastado ao atacar o pré-sal descoberto pela Petrobras e defender o uso de energias limpas no lugar do petróleo.


Afora isso, a campanha de Dilma diz que Marina Silva defende a autonomia do Banco Central, e defende mesmo.


O próprio MST avançou para posição de “convocação de uma Assembleia Constituinte soberana e exclusiva, ainda em 2015”, e não mais um plebiscito meramente eleitoral.


Além disso, para se contrapor a José Serra, candidato tucano ao Senado, Eduardo Suplicy cresce na preferência do povo no rastro do “bom samaritano” e do “político honesto”, como se a honestidade não fosse condição intrínseca na representação popular.


Ainda assim, uns, outros e alguns mais aceitam de bom grado o financiamento de suas campanhas por grandes empreiteiras corruptoras.


Por isso continuo dizendo aos amigos e amigas que pensam em votar na Dilma no segundo turno para não se iludirem e votarem nulo. É tudo farinha podre do mesmo saco. Essa gente encara “programas”, “plataformas” e “intenções” porque disputa o poder para representar grandes interesses.


Sem esquerdismo e doutrinarismo, vamos continuar insistindo no socialismo, revolucionário.

Otto Filgueiras é jornalista e está lançando o livro Revolucionários sem rosto: uma história da Ação Popular, em dois volumes: Primeiros Tempos e Bom Combate.

ELEIÇÕES BRASIL 2014: 10 RAZÕES PARA VOTAR EM DILMA



(Foto: site 247 Brasil)

ERIC NEPOMUCENO: “No momento em que as forças do atraso buscam retomar seu poder em diversos países latino-americanos, e que a maioria dos países europeus padece as perversidades de um sistema que privilegia o capital, é de importância primordial que o Brasil mantenha sua atual política externa”.

“Estamos às portas da hora de uma dessas escolhas que vão muito além de como adoçar o café: em quem votar para presidente. Aqui estão as minhas razões:”

Por Eric Nepomuceno, jornalista – reproduzido do portal Carta Maior, de 27/09/2014

A vida é feita de escolhas, que vão das mais simples – decidir se o café deve ser com açúcar, adoçante ou sem nada – às que trazem consequências e produzem efeitos concretos sobre o futuro de milhões de pessoas.

Estamos às portas da hora de uma dessas escolhas que vão muito além de como (e se) adoçar o café: em quem votar para presidente.

E, sem vislumbre algum de dúvida, declaro meu voto em Dilma Rousseff. Tenho carradas de razões para ter feito essa escolha. Menciono aqui dez delas.

A primeira é simples: porque é necessário assegurar as transformações sociais que o país vive desde 2003, com a chegada de Lula da Silva à presidência, e que foram aprofundadas com Dilma Rousseff. Das três opções que me oferecem, uma – e apenas uma – significa essa garantia: as outras duas significam voltar ao passado.

O pedigree do candidato não permite dúvidas com relação a isso, e o da outra candidata é tão indefinido, tão incerto e errático, que me permite duvidar de tudo que ela diz. Impossível confiar em quem trai e desmerece a própria biografia.

A segunda é igualmente simples: porque, além de preservar o que foi conquistado, é preciso avançar muito, aprimorando os benefícios alcançados por dezenas de milhões de brasileiros e ampliando as perspectivas concretas de futuro. É preciso implementar reformas que assegurem não apenas emprego, mas possibilitem aos brasileiros acesso à educação, saúde, transporte e segurança públicas. E não vejo, nos outros dois postulantes, nem consistência, nem coerência, e muito menos compromisso com a busca incessante de justiça social e de futuro.

Terceira razão: porque Dilma Rousseff é a candidata mais bem preparada, a de trajetória mais sólida e coerente, a única de real e efetivo compromisso com o projeto de país que está sendo implantado e que precisa se consolidar e avançar de maneira incessante, contra os ventos e as marés daquela parcela da sociedade que sempre se negou a ouvir a voz dos deserdados e que, nesta eleição, encontrou nos outros dois candidatos seus porta-vozes ideais. Um, com legitimidade. A outra, graças à própria inconsistência e à sua olímpica incoerência.

Quarta: porque ainda há muito caminho a ser percorrido. Se os programas sociais levados adiante pelas três últimas presidências – duas de Lula, uma de Dilma – serviram para abrir as grandes alamedas da esperança, falta implementar reformas essenciais, a começar pela reforma política e o sistema de financiamento das campanhas eleitorais. Falta terminar de recuperar e redesenhar o papel do Estado na economia e em defesa dos interesses da sociedade. Esta é uma batalha árdua, e só será possível obter os resultados necessários com um governo efetivamente comprometido com a maioria dos brasileiros, e não com os setores que, por tradição, reservam a si os benefícios que deveriam estar ao alcance de todos.

Quinta razão: porque o Brasil vem consolidando seu espaço no cenário internacional, com uma política que tem sabido aliar pragmatismo com soberania e autoestima. No momento em que as forças do atraso buscam retomar seu poder em diversos países latino-americanos, e que a maioria dos países europeus padece as perversidades de um sistema que privilegia o capital, ceifando conquistas e transformando-se em estados de mal-estar social, é de importância primordial que o Brasil mantenha sua atual política externa.

Sexta: porque a renda do trabalhador brasileiro obteve ganhos reais. Existe um dado que mostra de maneira clara o trânsito experimentado pelos desfavorecidos: em oito anos, 42 milhões e 800 mil brasileiros abriram, pela primeira vez na vida, uma conta corrente em um banco. Ou seja: um contingente de brasileiros, que equivale a uma Argentina inteira, experimentou um câmbio efetivo em sua economia familiar.

Sétima: porque, pela primeira vez em meio século, o Brasil teve e tem um governo voltado para os brasileiros. Um governo que, apesar de certos equívocos, agiu sempre na direção do bem comum. E que, quando acertou – e acertou infinitas vezes mais do que errou –, beneficiou os que, até agora, integravam os imensos batalhões dos desvalidos de sempre.

Oitava razão: porque vejo em Dilma Rousseff a única possibilidade de corrigir rotas sem mudar ou perder o rumo. De retificar sem destruir.

Nona: porque é ela, dos três candidatos, a única que realmente sabe de onde veio o atual projeto de país, e portanto saberá levá-lo a bom porto. A única que sabe onde este projeto pretende chegar, e qual o país que pretende construir e legar às gerações que virão.

Décima razão: porque nunca na vida votei na direita.